Sergio Blog 2.4
Um espaço pessoal de documentação...
Um espaço pessoal de documentação...
Abr 20th
[aviso]
Este texto é uma tradução de Why Friendica. Se puder, leia o oroginal.
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Algumas pessoas ainda não entenderam o que é o Friendica. É uma solução que substitui, no mundo de hoje, jardins murados como o Facebook, porque queremos estar livres e sem monitoramento, quando falamos com os nossos amigos.
O Friendica, portanto, tem sua própria tecnologia de rede: preocupada com liberdade e privacidade. Mas ele também reconhece a realidade e a popularidade de plataformas como o Facebook – e conversa com contatos do Facebook, assim como conversa com contatos da diáspora, do Twitter ou status.net.
O Friendica derruba paredes e quando as pessoas vêem paredes derrubadas, elas irão, eventualmente, passar por cima dos escombros e juntar-se a nós fora dos muros.
O Friendica reconhece a necessidade de uma distribuição real feita por pequenos servidores, como pré-requisito básico para a privacidade e liberdade na internet. Desta forma engloba tecnologias que tornam fácil a instalação para não geeks – por exemplo, daquelas tecnologias que hoje já fazem parte de muitos servidores compartilhados de hospedagem simples e baratos.
O Friendica tem uma visão, mas não vê esta visão só começando a brilhar em algum momento futuro. A visão do Friendica começa hoje. Friendica está reabrindo a Internet agora – e não faz isso apenas para as pessoas que o usam. Não achamos que as pessoas que estão no Facebook são vítimas iludidas que poderão se juntar a nós quando virem ‘a luz’ num prazo de cinco anos.
Friendica fornece pontes para que as pessoas possam atravessar – se quiserem, em ambas as direções. Mas se elas não quiserem usar essas pontes, não precisam. Elas continuam com suas liberdades de escolha.
E, finalmente, o Friendica não é apenas rico em recursos – é estável. Não é algo que só funcionará corretamente em algum momento futuro, porque já funciona agora.
O que, você nunca ouviu falar no Friendica e não sabe do que se trata? Leia mais sobre o Friendica aqui ou aqui ou aqui (em inglês).
Mar 11th
O Vlogger Dâniel Fraga mandou muito bem no Vídeo abaixo:
Aqui o apontador parao Vídeo
Mais vídeos do Dâniel Fraga aqui: http://www.youtube.com/user/DanielFragaBR
Fev 21st

Uma das muitas coisas legais que vivenciei na Campus Party 2012 foi uma ida (junto com a amiga desvirtualizada Egui Branco) ao Museu do Futebol que fica no estádio municipal do Pacaembú...

Penso que seja uma visita obrigatória pra quem vai a São Paulo e gosta de futebol. O museu é totalmente multimídia: Narrações de jogos (dos anos 30 ao dias de hoje), vídeos de gols históricos descritos por grandes personalidades, tem uma parte (de baixo das arquibancadas de onde você vê as pilastras encrustradas na rocha) em que você se sente no meio das torcidas (de vários clubes brasileiros) com vários vídeos-paineis e um som 3D... Uma sensação experiência sensorial indescritível!
Além disso, como todo bom museu, há muitas fotos (eu adoro fotos antigas) e vários textos magníficos, desde os longos e densos até aqueles com até 140 caracteres...


Um desses textos densos que me deixou, literalmente, arrepiado foi o do Antropólogo Roberto DaMatta que após uma busca na internet acabei encontrando no blogue Politicando.
Vou colar aqui dois pequenos trechos que achei muito phodas...
"O amor ao futebol como disputa apaixonada faz com que se perca de vista o seu papel transformador. Mas o fato é que o futebol tem sido uma ponte efetiva (e afetiva) entre a elite que foi buscá-lo no maior império colonial do planeta, a civilizadíssima Inglaterra, e o povo de um Brasil que, naqueles mil oitocentos e tanto, era constituído de ex-escravos. Juntar brancos e negros, elite senhorial e povo humilde foi sua primeira lição(...)"
"(...)O pé, associado à pata e à brutalidade das bestas de carga, muda de posição no futebol. Nele usa-se o pé, sim, mas com método. Seguindo um regulamento que torna as chuteiras de todos os tamanhos e feitios, iguais. E aí está sua lição mais importante: o futebol civiliza o pé."
Mas vai lá no blogue Politicando e leia o texto na íntegra!
E sim, é o tipo de museu que você tem que ficar horas visitando. E é o que farei na minha próxima visita a São Paulo.
PS1: Não é permitido fotografar dentro do Museu, por isso não tirei mais fotos :-)
PS2: Sim, as fotos do Atrix são horríveis!
[Atualização]
Mais sobre o Museu do Futebol neste texto no blogue da Egui.
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Fev 16th
... Ok, "desefemerizar" (verbo transitivo direto, ato ou efeito de desfazer o efêmero) é horrível!
Um dos vários motivos porque não gosto (gostava?) dos microblogues é que eles tendem a incentivar o efêmero... e, também, preferia outras ferramentas para fazer cobertura de eventos...
Mas aí eu leio esse relato da Campus Party 2012 da Egui e sou obrigado e rever minha opinião sobre a ferramenta...

O que aquele relato me fez mudar de opinião é que, daquele modo, foi possível maximizar as vantagens do "livestreming":
"Dependendo da ferramenta utilizada e do perfil do evento, o livestreaming permite que aqueles que estão acompanhando a distância possam intervir e participar efetivamente do evento. Quer seja formulando perguntas, quer seja participando remotamente do debate [VoIp (skype/Gizmo), mensageiros instantâneos (gtalk) e/ou micro-blogues(identi.ca/twitter). "
E minimizar as desvantagens da cobertura editada:
"Uma possível desvantagem da cobertura editada é o intervalo de tempo entre o que ocorre e o tempo de publicação/transmissão. Muitas pessoas são viciadas em informação em tempo real. Sente-se bem em saber, dois segundos após o ocorrido, que algo aconteceu, mesmo que esta "imediatisse" não vá impactar em nenhuma decisão ou ação! Puro Fetiche!"
Sem perder as Vantagens da Cobertura Editada
"A principal vantagem da cobertura editada é mostrar o que de melhor (do ponto de vista de quem transmite) aconteceu, já filtrando todas as muitas irrelevâncias que sempre ocorrem em qualquer evento e enriquecendo o relato com o máximo de mídias e fontes que complementam a cobertura."
Como vocês podem notar, a Egui fez um excelente relato editado costurando muito bem a (sua própria) cobertura em tempo real (no twitter)! com o acréscimo de nova reflexões e mídias (fotos e vídeos).
Como não pensei nisto antes!
No twitter/identi.ca você captura o sentimento de um dado momento (com imagens, vídeos ou 140 caracteres) e depois você (se desejar) pode enriquecer a experiência/relato costurando/interligando/analisando aqueles relatos com mais profundidade, no blogue, por exemplo!
Ao trazer aqueles micro-relatos (enriquecidos) para o blogue você ainda os retira do limbo dos espaços de terceiros e os torna pesquisáveis, semânticos e relevantes!
Não sei se alguém já tinha feito isto, mas eu gostei desta abordagem! Vai lá e leia de novo o relato e veja se não capturou bem o espírito do evento!